9 de mai. de 2009
Salomão achou um bilhete da Mega Sena
8 de mai. de 2009
Errei, erramos
Ajude as crianças de pele marrom

Dr. Tupi
O que mais de comum acontece aqui com os ingleses e outros euro-cidadãos e o alistamento ao serviço voluntário em países como Índia, Vietnã, Tailândia, Quênia e outras ex-colônias que vivem em extrema pobreza e violência. O importante e’ ajudar o máximo numero possível de crianças de pele marrom, não necessariamente negras, brancas nem pensar. E um serviço voluntário que as pessoas pagam para fazer nas suas férias, vale ressaltar – as pessoas pagam, existe um sentimento de extremo orgulho ao serviço prestado e até ai tudo bem, mas o problema e que essas mesmas pessoas jamais cogitariam fazer o mesmo trabalho em território nacional. Por exemplo Bono, Madonna, Angelina Jolie entre outros que estão sempre visitando o continente Africano ou Asiático raramente ou talvez nunca foram vistos prestando a mesma ajuda em seu pais. Não existe extrema pobreza nos Estados Unidos ou na Irlanda, ou na Europa? Existe sim, mais ela é formada em parte por crianças de pele negra e uma outra grande parte por crianças de pele branca. Ai a cobra come o próprio rabo, resumindo, o pensamento que prevalece é: vou ajudar os fudidos de pele marrom por que o meu pais que é de pele branca é muito superior e deve ajudar as pessoas pequenas. Eu digo: Stay Home Gringos!!! Não se deixe enganar pela bondade de uma celebridade colonial, é tudo culpa e excesso de sentimento de superioridade. E tenho dito.
Ronaldo recheado...de GOLS!

Olmeca de Tlachtli
E o furacão acabou virando brisa.
No jogo entre Corinthians e Atlético PR, quem realmente fez o twister foi o fofômeno.
Com certeza é o gordo mais artilheiro que eu já vi!
O jogo começou tenso, com a Fiel empurrando o time para cima da boa defesa armada pelo técnico Geninho.
O time do Corinthians estava claramente nervoso, a bola queimando de pé em pé, e as oportunidades de gol – que foram poucas – foram desperdiçadas.
A primeira com Jorge Cover do Romário Henrique, que teve méritos em acreditar numa bola dada como perdida e por muito pouco não abriu o placar no Pacaembu.
A segunda foi com André Avenida Santos, que teve chance claríssima de marcar cara a cara com Galatto Galak. Méritos para o goleirão do Atlético que fez defesa importantíssima.
Aí, foi a vez da Fiel sentir o arrepio na espinha: bola perdida no meio de campo e um contra-ataque fulminante do furacão, onde a bola sobrou para o promissor Wallyson chutar e Felipe raspar na bola, o suficiente para que a pelota batesse caprichosamente na trave e mantendo o 0x0.
Final de primeiro tempo 0x0, e o furacão a 45 minutos de uma vaga histórica.
Vem o segundo tempo, e assim como no primeiro, o jogo continua tenso e pegado, com boas oportunidades para ambos os lados.
Logo de cara Wallyson (dessa vez eu não agüento! O que esse menino fez pra mãe chamá-lo de U-Ó-LI-SÔ? Tadinho, até para narrar os lances dele fica difícil...) perdeu um gol debaixo das traves de Felipe, na jogada clássica do Atlético, vindo pelas laterais, com cruzamento de Rafael He-Man Moura.
O problema é que o Wallyson mandou a bola lá no Tobogã....
E aí, pra quem tem Ronaldo, isso não acontece.
Dito e feito. Contra-ataque do timão e Ronaldo Fofômeno ginga que nem um pneu Michelin na frente do zagueiro, ameaça bater e quando clareou ele não perdoou: 1x0 com a ajuda do Galatto Galak, que só aumentou a fome de bola do artilheiro corinthiano.
A fiel foi à loucura, incendiando ainda mais o estádio.
Logo depois, Geninho Chamito mexeu no time colocando uma volante, Renan par dar mais liberdade aos seus meias, e colocou Jorge Preá, para ter uma referência (?) na área.
Mano Menezes Xavier não deixou por menos e logo colocou Morais e Fabinho em campo, para dar novo gás ao timão.
E deu certo! Ronaldo recebeu bola na área, deu um drible em dois zagueiros e foi derrubado: pênalti. Ele mesmo bateu com a categoria de sempre, com direito a paradinha e tudo mais, e deixou Galatto Galak no chão, vendo a bola morrer no fundo do gol. 2x0 para a alegria da Fiel!
Aí, o furacão virou ventilador de padaria...
O que o norte e nordeste não tem que o sul tem?
Nassif,
quem é que manda

Fernanda Pompeu
A história de que o primeiro sutiã a gente nunca esquece, não funciona comigo. Envaideço-me de jamais ter usado esse estrangula- seios. No princípio, por rebeldia. Depois, por comodidade.
O que eu nunca me esqueço é do primeiro mouse. Sim, houve uma época, na pré e na história da humanidade, em que os mouses não existiam.
Nascida na segunda metade do século passado, faço parte da chamada geração intermediária. Também conhecida como geração nem lá nem cá. Aquela que começou a vida produtiva com a máquina de escrever e, da noite para o dia, bateu com o nariz na tela do monitor.
Fui iniciada no velho DOS: c://copy.word... Puxa, nem lembro mais dos comandos. Mas era assim: monitor de fósforo verde, monocromático; CPU do tamanho de uma máquina de lavar; impressora matricial e ruidosa; e o teclado (que não mudou muito).
Windows e mouse vieram mais tarde. A primeira vez que peguei no ratinho foi hilariante. Eu, simplesmente, não conseguia controlá-lo. O cursor escapava-me. Com medo de que ele voasse, cheguei a fechar a janela do quarto de trabalho.
Eu sei. Hoje, os bebês seguram a mamadeira com a mão direita e com a esquerda pilotam o mouse. Dizem que já vem no DNA. O que também sei é que o Graciliano Ramos escreveu o estupendo “Memórias do Cárcere” com um toco de lápis.
O escritor na prisão. Imaginem o espanto: não tinha apontador, não tinha aeron chair, não tinha mozilla firefox. Daí?
Ferramentas ajudam, mas o ouro continua na cabeça das pessoas.
5 de mai. de 2009
Notícias de ontem

O Gringo Ignorante
Os jornais são creadores de opinião publica, tudos sabemos disso. Na America Latina o problema é que temos pouca prensa de ezquerda, pouca prensa critica (sim, a direita e o conservadorismo não são criticos). As editoriais e as noticias de qualquer jornal só criticam paises e figuras que não se alistam com o rebanho do liberalismo, que é o normal e o correto em nossos dias: acreditar no comercio, no mercado, no sistema financeiro. Sobretudo acreditar nas mesmas receitas uma e outra vez. Propôr uma alternativa a isso é uma profanação abssurda, ninguem –dentro da aburguesada esfera periodistica- quer mudar seu lugar privilegiado: aliás, não podem publicar cualquer coisa que pensarem, só o que estiver de acordo com os interesses da companhia (um dos tipos de policia do pensamento). Os paises e suas economias subem e baixam continuamente, mais o nivel de vida, que está diretamente relacionado com a cultura de um povo, só desce, na America e no mundo. A ciência avança, a cultura retrocede.
Um exemplo. O Estado de São Paulo, as noticias da O Globo. Cualquer coisa que faça Chavez, Fidel, Evo, Correa, e até Lugo o Critina Kirchner (só pra falar de uma parte do seu eixo do mal), são sempre erradas o insuficientes. Sobre o que faça um Berlusconi, Sarkozy, Netanyahu de Israel ou até o mesmo papa, coisas incríveis, não opinam.
Berlusconi, o segundo homem mais rico da Italia, um “sedutor” da politica (e isso é visto como uma virtude), mulherengo, dono de tudos os meios de comunicação italianos (não encontro outra explicação pra o povo continuar votando em ele), falando burricie cada vez que abre a boca (“é como ir de camping um fin de semana”), com mil causas por corrupção e ligações com a mafia, encaminhadas e sempre esquecidas ou ganhadas por ele.........nada, Italia é um pais democrático e seu presidente –fiel a um liberalismo que destroi o pais- é bacana. Mesmo o Sarkozy, pra quem os imigrantes “são lixo” ou o papa, etc, etc.
E como se, o único que importasse é falar das economias. Então, um imposto que Evo cobra às ricas petroleras (que levavam a riqueza –dinheiro e petroleo- pra fora do pais antes de ele chegar) pra dar uma cobertura medica e economica digna aos idosos, é terrivel porque deixa as companhias com uma menor entrada. O social, o cultural, a união do nosso continente, não conta mas que economicamente, e sempre que beneficie o Brasil. Tuda politica das outras nações que afeta as empresas brasileiras, é denostada. Não importa se tiver uma evidente melhora social pra o povo vizinho. Existe um patriotismo conservador e liberal que da nojo na imprensa, não nas pessoas comuns (o seu patriotismo é futboleiro e amistoso), que não formam parte de aquele statu quo na vida ou no pensamento.
4 de mai. de 2009
Campeão Invicto

Olmeca de Tlachtli
E o peixe grelhou.
O que já estava praticamente certo, foi sacramentado ontem, diante de mais de 37000 fiéis.
Corinthians campeão paulista invicto. Tá certo que é o tal do Paulistinha, mas de todos os estaduais é o mais forte – de longe!
O jogo começou tenso, com o Santos vindo para cima do timão babando, criando diversas oportunidades de gol e assuntado a torcida corinthiana.
O peixão tanto pressionou que o gol saiu, em pênalti BEM duvidoso de Felipe em cima do novo candidato a Souza – Klebão Pereira. Aliás, ele tem que agradecer ao juizão, pois se não fosse essa penalidade ele passaria as finais em branco!
1 x 0 para o Santos, em uma cobrança muito bem executada pelo Klebão.
O Peixe calava o Pacaembu e causava calafrios na nação corinthiana, que começou a perder a pompa de campeão e se preocupava com o fraco futebol apresentado pela equipe de Parque São Jorge.
Aí, o Corinthians resolveu jogar e numa bela trama pelo lado esquerdo, Dentinho rolou bola açucarada para André Avenida Santos enfiar o bico – literalmente – nela: 1 x 1 sem chance para Fábio Hooligan Costa.
O estádio veio abaixo.
A confiança do Santos também.
O Corinthians visivelmente começou a jogar bola somente quando tomou o gol, e o Santos sentiu muito o golpe.
Final do primeiro tempo: 1 x 1 e o desespero santista de ter apenas 45 minutos para realizar um placar histórico.
Vem o segundo tempo, e o que se vê é um timão completamente diferente daquele visto no primeiro tempo: aguerrido, partindo pra cima e trocando passes com extrema confiança. O que um gol não faz, hein!
Já o peixão tentava de forma abrupta o gol. Ainda na grande dependência de jogadas do valente Madson e do talento de Paulo Henrique Ganso.
Vagner Mancini tentava empurrar o time para frente, colocando Maicon Leite e Robson, num claro sinal de que queria dizer para a equipe que ainda dava.
Mano Menezes tratou de fechar a cozinha colocando Fabinho para conter as investidas de Madson Duracell.
Ronaldo ainda teve grande chance de levar o Pacaembu a loucura. Mas, dessa vez, Fábio Hooligan Costa estava bem esperto e não caiu em seu golpe de cobertura.
Aí o timão tocou a bola e naturalmente a euforia foi aumentando. O time do Santos se desesperando e começou o festival de “Olés!” da arquibancada e o santos a dar botinadas – rimou, hein?.
Final de jogo: 1 x 1 e o Corinthians campeão invicto!
Justíssimo.
Repararam que eu nem citei o Neymar em ambos os jogos? Pois é, porque para mim ele nem entrou em campo. Decepcionante para quem está sendo comparado – de forma MUITO precoce – ao eterno Rei Pelé.
Esse sim não perdoava contra o timão.
Só que do outro lado - para o azar santista – estava Ronaldo, o súdito mais próximo, nos dias de hoje, ao Rei.
Parabéns Corinthians!
memória beta

Fernanda Pompeu
Vamos combinar: a memória de cada um é formada por lembranças próprias e alheias. Vamos aceitar: por vezes, não distinguimos se o vivido foi nosso ou do outro.
Dou o crédito. Esta cena peguei emprestada da minha mãe, fiquei de devolvê-la em forma de texto. Aí vai. Ela menina esperando pelo avô, na calçada em frente ao sobrado em que a família morava, no bairro do Estácio, Rio de Janeiro.
O avô, mouro, agente dos Correios e Telégrafos, chegava pontualmente às seis da tarde - hora em que todas as cigarras cariocas abrem o berreiro.
A garota antevia o prazer ao avistar o homem dobrando a esquina. Ele trazia o lanche para todos. O pacote de café era da marca Globo que, nos anos 1930, oferecia de brinde uma barra de chocolate, também chamada Globo.
Minha mãe - que já viveu 39 milhões e 420 mil minutos – reteve no disco rígido: o avô se aproximando e pondo nas suas mãos o chocolate. Hoje, seus olhos lampejam ao memoriar o gesto do mouro, o doce na boca.
O contar dela me faz lembrar da Tabacaria do Fernando Pessoa: “Come chocolates, pequena; Come chocolates! Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates”.
Recordar é recortar.
3 de mai. de 2009
Dê-se ao trabalho de ler
Dê-se ao trabalho de ler
Hector
O sociólogo Ricardo Antunes
E
E segue: “As diversas
E depois de um certo tempo
O PJ
O
Não tenha fé e leia a íntegra do artigo “A erosão do trabalho”.





